29 de Abril de 2010

...mal por mal, antes na cadeira que no hospital...

 

Hoje o dia está claro, o sol apresenta-se pela direita e a sua abordagem ao solo prevê-se para as 20h30m.

Não há nada, mas mesmo nada como ser o centro das atenções e, ao fim e ao cabo, esta resultar numa boa experiência e algo a repetir. Por outro lado, temos os traumas de infância resultantes numa espécie de fobia, que nos atormenta na idade adulta.

Qual a razão ou razões para a qual não conseguimos quebrar a ligação com  algo tão constrangedor como por exemplo, os alunos mais velhos na escola terem-me...terem puxado as calças de fato de treino para baixo a um amigo meu, quando eu...quando este estava em pleno intervalo, no pátio da escola e à frente de todos aqueles que se preparavam para entrar nas salas de aula?

Qual o motivo cabal para deixar perpetuar na nossa memória intemporal, situações como metermos-nos com alguém no trânsito, que afinal, é maior do que nós?

Haverá alguma explicação lógica para o facto de eu ter colocado os pés no rio, ainda com as meias calçadas!?

 

Assim como uma artista pode ver toda a sua autoconfiança posta em causa por ter tropeçado e caído no decorrer de um concerto, também estas dúvidas que me tomaram de assalto requeriam uma meditação mais cuidada. Não olhei a esforços e fui percorrer as minhas próprias memórias e ao fim de três idas à casa de banho, seis garrafas de água das pedras, uma garrafa de aguardente e duas aspirinas (não por esta ordem), encontrei a memória que me fez eventualmente um dia, ser de maneira indesejável o centro das atenções.

Remontando à época do meu 2º Ciclo, ainda trago comigo bem viva a gargalhada de que era alvo sempre que trazia uns calções de desporto como equipamento para a aula de Educação Física.

- Andaste a lavar as pernas com lixívia!?

Que resposta merecida devemos dar a uma pergunta que ofende e magoa a memória do criador do líquido!?

Claude Louis Berthollet (9 Dez 1748 - 6 Nov 1822), que descobriu as propriedades descolorantes do cloro, jamais terá imaginado um dia ou lhe terá passado sequer pela cabeça, tamanho disparate pegado.

Só uma pessoa que tenha feito uma almofada em fada-do-lar (pelo menos uma vez), é que pode acreditar ser possível retirar cor ás pernas, recorrendo ao poder da lixívia. Como diria o sub-intendente Costa Ramos da autoridade, ao deparar-se com uma situação deste calibre, "é humanamente impossível".

 

...(provocar irritação de pele, queimar e abrir úlceras na pele, ainda vá que não vá...retirar cor, santa paciência, eu não acredito)...

escrito por centrodasmarradas às 10:51 linque da crónica
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