10 de Setembro de 2010

...uma mão lava a outra e as duas tapam a cara...

 

Enquanto relaxava sentado no chão a olhar para o movimento de centrifugação do tambor da máquina de lavar, cheguei à conclusão de mais uma das minhas dúvidas. Chamem-me elitista, mas no que toca ao macio e aveludado dou preferência à folha de abóbora dupla...

 

Caros fiéis, se continuarem a descer verão que nesta crónica faço uma alusão aos sonhos (aqueles dos quais nos lembramos quando já despertos) e aos contos que nos cantam e que nos encantam. Tanto assim é, que em júbilo resolvi partilhar um dos últimos que me surgiram sem autorização expressa.

Enquanto esperava que as portas do Tribunal abrissem para pedir uma chávena de paciência, pisei o dejecto de um humano abandonado que passeava pela calçada a cheirar/marcar semáforos e a perseguir carros. No passeio do outro lado da rua e com um porte de 550 Quilogramas, seguia um esbelto e bravio exemplar de raça barrosã, perseguindo um pedestre que trazia duas bandeirinhas coloridas de tamanho diminuto na zona lombar. Era vê-lo visivelmente preocupado, a olhar o ferro luzidio prestes a ser espetado na sua pele...

Sonhado isto, eu confesso que acredito no significado dos sonhos e após uma análise, só vejo uma leitura para o sucedido. Vou ter mesmo que deixar de queimar incenso com aroma a caril quando tenho a janela fechada.

 

No outro canto da almofada estão os contos que detêm uma certa lição de vida no seu âmago. São os mais preferidos dos adultos quando querem que os infantes retirem alguma elação de valor. Apesar das suas boas intenções, os infantes só querem saber três coisas:

- Se o monstro alado levou uma coça;

- Se o dragão estraçalhou o corpo do príncipe;

- Se o Processo Casa Pia é sério (ou a sério);


E por falar em motoristas! Por ser motorista e cozinheiro da Al-Qaeda, o sudanês Ibrahim Al-Qosi de 51 anos, foi condenado a 14 anos de prisão pelo Tribunal de Guantanamo. Tendo conhecimento do crime e se o julgamento decorresse em Portugal, provavelmente este cidadão seria entregue a uma feijoada na Ponte Vasco da Gama.

 

A quem interessar:

Muitos em tom jocoso, menosprezam as feijoadas. Mas muitas feijoadas são conhecidas por serem implacáveis e por terem um historial que faz os mais destemidos perderem a pose...

escrito por centrodasmarradas às 02:46 linque da crónica
O pós-feijoada é que é lixado, consta que contribui para aumentar o buraco de ozono. Abraço!
...Vamos dar graças de não termos tantos estômagos como os bovinos...
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