26 de Julho de 2009

...podem-se sentar...

 

Hoje vou estar imbuído num tema que deixará alguns a benzerem-se e outros a atirarem-se de prédios onde não residem.

 

A religião.

Sim, é verdade, hoje vou colocar o dedo na ferida e questionar a genuinidade da entrega e sacrifício do crente religioso.

Será puro? Será credível? Será total?

Ou não passará de uma manobra de diversão artificial?

 

Homem que é homem, vai e vem de Fátima a pé!

Não há cá ir para lá a pé e vir depois confortável no carrinho a queixar-se dos pés, dos joelhos e das pernas.

Deus há-de concerteza, dar muito mais valor a quem faz a totalidade do percurso, do que a uma pessoa que percorre somente metade do caminho e é posteriormente "evacuado" por um meio de locomoção que não engloba o caminhar.

E as almofadas nos joelhos? Que é isto? Isso é batota!

Onde está o sentido da entrega?

É como alguém dizer:

- Vou flagelar-me em prol do meu objectivo, mas levo alguma coisa para não me magoar...

Pelo amor Dele!

Senão vejamos. Segundo narram na história, ele é chicoteado, vilipendiado, crucificado e há seguidores que acham que é só usarem umas almofadinhas e fazer metade do percurso a pé até um santuário e já está!?

 

Outra coisa que dá vontade de espalhar Calamina pelo corpo todo, são as velas que imitam partes do corpo, quer adulto, quer criança.

Macabro, obscuro, será dizer pouco?

 

Deixo-vos um repto para realizarem por estes dias.

Da parte da manhã, estendam-se ao comprido ao sol e virem-se de sete em sete minutos. Fechem os olhos e imaginem que são um porco no espeto.

Pela hora do almoço, já estarão com uma fomeca invejável e um princípio de bronze aceitável.

É uma futilidade, é certo...mas isso é secundário.

 

Já a seguir, o fecho de emissão diário da televisão estatal da ex-União Soviética e consequente mira técnica.

escrito por centrodasmarradas às 23:32 linque da crónica
Caríssimo centrodasmarradas
Por momentos, tenta imaginar a dimensão dos dramas que puderam estar, eventualmente, por detrás de actos humanamente arrojados. Se não achas valorizável, nunca tal faças.

Um abraço
A mais nova modalidade é alguém fazer o percurso por outrém, para agradecer ou pedinchar algo.
O que gera a mais nova brincadeira parva, que reside em prometer algo para uma outra imensurável abécula fazer, agora imaginemos que a nossa promessa é:
"Se o Zé for a pé até Fátima, eu prometo que o Zé vai a pé até Fátima (e volta claro)"
blayer a 28 de Julho de 2009 às 20:50
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